quinta-feira, 25 de agosto de 2016

***Medo e Lembrança

      ***Ele a olhava como se ela fosse unica no mundo. Tantas vezes ela quis ser olhada desse jeito e agora, quando finalmente estava acontecendo, não parecia real, não parecia certo. Por mais que ela quisesse (e, ah, como queria) seu coração não lhe pertencia por completo. Ela o amava, claro que sim, mas não da forma que desejava, não da forma que deveria, e enquanto os olhos dele se prendiam em seu rosto com a profundidade de um oceano inteiro ela se sentia parte e alheia ao mesmo tempo. Seu pensamento ainda vagava pro outro lado, para outros braços, pra outra cama. Ela tentou esquecer por horas que se tornaram dias, por semanas que se tornaram meses, mas parecia que não queria sumir, as lembranças de outro alguém estava tão presente em sua mente, como marca na pele, como cicatriz de um acidente grave. Ele estava ali em cima dela, completamente nú e com alma exposta; era tudo oque ela queria, mas não dele exatamente; as coisas sairam um pouco do controle, ela sabia disso,e isso a assustava e foi por isso que, quando a voz dele a tirou de seus devaneios com a pergunta que toda garota quer ouvir da pessoa que esta nua ao seu lado sua resposta foi unica e direta "Não".
      *Ela era romantica, e havia romantizado esse momento e aquela pergunta, imaginou por noites, com a cabeça encostada no travesseiro, o momento perfeito, mas em nenhum de seus pensamentos ou sonhos era aquela voz que lhe fazia a pergunta. Ela sabia que devia seguir em frente, sabia que as noites em claro não levariam a nada, mas como dizer sim, olhando nos olhos de alguém enquanto deseja tão intesamente outo que o corpo dói e a alma e o coração gritam.
      *Ela nunca foi muito fã de coisas certas e ele parecia certo demais, ela gostava dele, arriscou a dizer que o amava, e era verdade, ela nunca proferia tais palavras se fossem mentira, mas era um romance que parecia certo, como se tivesse que ser e ela amava o errado, o talvez. O outro era assim, ela o amava, tao louca e desesperadamente, que parecia a coisa mais errada, ela o desejava a cada segundo e cada toque, explodia de prazer com a mera lembrança de seus olhos castanhos e sua pele morena. Ainda procurava na nuca de quem quer que estivesse com ela vestígios dos cabelos pretos longos demais, nos quais ela adorava enroscar os dedos e se perder, mas ela o amava tanto que não parecia certo, parecia contra o decoro. 
      *Depois que ele a fez chegar ao ápice do prazer e saiu de cima dela, a pergunta se tornou o "enorme elefante na sala", mas ela ficou quieta, odiava clichês. Ele a fez de novo, repetiu aquela pergunta que, nos últimos quatro meses ela esperou ouvir de outro. E os olhos dele brilharam enquanto olhavam para o rosto dela esperando a resposta, ela nunca tinha visto tanta sinceridade no rosto de um adulto, era sincero demais, suave demais era calmo, era tranquilo, mas embora deitar a cabeça no peito nu dele com as pernas enroscadas na dele e as unhas transcorrendo linhas finas em seu abdome lhe trouxesse paz e alguma distancia, mesmo que minima, de seus devaneios, ela não podia aceitar, não podia fazer isso com ele, não podia fazer isso com ela mesma. Aquilo significava muito, e ela fingir que estava dormindo foi a melhor coisa que fez. E antes de a escuridão recair de fato sobre seus pensamentos, fingiu não ouvir, também, o "Eu Te Amo" que ele proferiu antes de depositar um ultimo beijo em sua cabeça.
      *Ela dormiu no peito dele e sonhou com o outro. Entre o que parecia errado e oque era o certo, ela sabia qual deveria escolher, não que o outro fosse uma opção naquele momento, mas enfim, alguma coisa dizia que voltaria, sempre voltava, e sempre ia embora. Os dias que seguiram aquela noite, foram torturante, e ela criou histórias e invetou diversos motivos para ter dito "Não", sua mente era boa para criar motivos para se esquivar das pessoas, e era melhor ainda em afastar pessoas, mas ela não queria afasta-lo, ele fazia um bem tremendo pro coração cansado que ela carregava dentro do peito... No fim ela sabia , dizer "Sim" era a unica saída que restou. Sua mente iria continuar pensando no outro, seus sonhos iriam, as vezes, vagar por outro corpo e seus dedos iriam procurar muitas outras vezes os cabelos pretos longos demais para se enroscarem e seus olhos buscariam ainda muitas vezes a iris castanha. Ma ali ele era seguro e preenchia, de certa forma e, as vezes de forma incompleta, aquele imenso buraco que o outro tinha deixado em seu peito, aquele imenso eco de gritos e saudade. Ele acabou, por acaso, se tornando o porto seguro dela.








by: Bruna Marques 

  

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

*Noites sem dormir...


    ***A noite passou e já era quase dia, os olhos dela estavam inchados, por falta de sono e por causa das lágrimas que teimavam em escorrer deles noite a dentro e noite a fora. Ela prometeu a si mesma que não choraria mais, que não sentiria mais aquela dor, mas sabia que não cumpriria, finalmente havia acabado, a resposta que tanto buscou estava escancarada há tanto tempo, mas ela teimava em ver, e, agora que resolveu abrir os olhos, doía, doía mais do que podia aguentar, em certos pontos da noite ela jurou que morreria. Mas agora deitada em seu travesseiro molhado com lágrimas que rolaram pelo seu rosto por horas, no silêncio completo da noite, sem conseguir dormir e com o mar ainda escorrendo nas sua face ela olhou pela janela e viu o sol nascer, já era de manhã, e seus olhos não se fecharam por um só momento. Os sons começaram na vizinhança, mas também já era mais de cinco horas da manhã, os cachorros começaram a latir e alguns carros passavam na rua, então ela percebeu que não sabia o que fazer, ela queria cumprir sua promessa, mas se lembrou de como se sentia ao lado dele, se lembrou de como era bom e se lembrou também de que era uma mentira. Pensou em todas as palavras que ele lhe disse e pensou em todos os momentos que viveram juntos, tudo que ela disse, e todas as tentativas de se afastar dele no passado recente, mas ele nunca deixava, nunca quis que ela se afastasse, e ela ficou e acreditou que ele também ficaria. Ela se sentiu idiota e mais lágrimas rolaram. 
   *A última conversa ficou no ar, entre ela e a escuridão que se tornava cada vez mais clara diante de seus olhos, ele estava certo e ela sabia, afinal não era burra, ele não merecia aquelas lagrimas, não merecia nenhuma das que ela já derramou por ele, não merecia sua dor, não merecia seus pensamentos, não merecia sequer a lembrança presente em seus dias, mas por algum motivo aquilo doeu mais que um soco na boca do estômago, foi como se alguém pegasse seu mundo e o explodisse com uma daquelas bombas nucleares que destroem tudo o que tem ao redor e seu mundo era tão pequeno, que não sobraria absolutamente nada. De repente tudo passou diante dos seus olhos mais uma vez, só mais uma naquela noite, os momentos e as palavras e ela ficou sem entender. 
   *Ela não entendia como algumas pessoas falam coisas que não sentem, ela era boa e seu coração sincero, por isso não entendia, ela nunca disse que amava sem amar e não compreendia pessoas que faziam isso, era cruel. E depois que ela o deixara entrar, depois que abriu seu mundo que nem era tão grande assim, justo quando ela baixou a guarda ele pediu para que ela ficasse, apenas para que fosse ele a ir embora. Então ela silenciou. Cansou de tratar com tanta importância o que era, pra quase todos, apenas palavras sem significados, mas seu coração continuou sendo sincero, ela não conseguiria, nem se tentasse muito, dizer o que não sentia. Coitada dela, um dia vai perceber que quem tem o coração sincero demais tem também as piores desilusões. Um dia ela vai parar de sentir. Mas até lá. Haverá ainda muitas noites nas quais quebrara sua promessa, se esforçando para cumpri-la. Noites nas quais vai chorar e se lembrar dele, verá de novo os momentos, lembrara das palavras e vai rever as fotos. A dor não vai diminuir, mas um dia ela vai se acostumar, ela não vai esquecer, mas um dia vai aprender a conviver com as lembranças, tão boas e ao mesmo tempo tão terríveis. Ele foi o sentimento mais forte e profundo da Alma dela, mas ela foi só mais uma na Vida dele.




                                                by: Bruna Marques ♥

segunda-feira, 6 de junho de 2016

*Ela... Ele...

Ela vivia procurando desculpas para ligar;
Ele arranjava motivos para não atender.
Ela arrumava palavras bonitas para dizer;
Ele procurava desculpas para não ouvi-las.
Ela sonhava com um futuro dos dois todos os dias;
Ele fingia que ela não existia.

Eles formavam um casal bonito aos olhos dos demais;
mas ela sabia o quanto esse amor doía.
Então um dia ela cansou. 
Um dia ela parou de ligar, de dizer, e de sonhar.

Ela não deixou de amá-lo, mas 
Ela percebeu que a borboleta pousa no ombro de quem
ESPERA
com paciência.

E um dia ele se deu conta do que perdeu, 
E como uma borboleta, pousou no ombro dela
e marcou morada dentro do coração.




by: Bruna Marques 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

*Cortes de lâminas de festim...

***Vejo, diariamente pessoas se mutilando, cortando sua própria pele, deixando marcas, a fim de que essa dor seja maior que a dor do coração, mas talvez isso nem seja possível. No fundo a lamina que mais machuca é aquela invisível, a que não esta lá fisicamente, mas que se sente como uma faca rasgando todo seu interior. Uma lâmina que não deixa marcas visíveis a olho nú. Cortando de fora a fora todos os seu ligamentos, como uma lâmina em chamas, fazendo o calor subir passando em cada pedacinho da carne, o sangue fervendo, a ferida interna cauterizando instantaneamente, aterrorizando o corpo externamente. Ela não está lá, você sabe, mas a dor é tão real, 
       *A lâmina percorre o corpo todo, chegando até o lado esquerdo do peito, bem no coração, e para, então você acha que é o fim, mas a dor não para. Depois recomeça, a lâmina volta a percorrer todo o caminho, todas as sensações. O sangue escorrendo, os ligamentos rompendo, o sangue fervendo, o fogo subindo e a ferida cauterizando. Essa é a segunda vez e dói ainda mais que a primeira. E nunca acaba. As lâminas parecem aumentar de tamanho, e de número. Cada lâmina imaginária rompe todos os ligamento e param no mesmo lugar, e você se pergunta quando, finalmente, irá terminar todos os ligamentos existentes, quando não haverá mais ligamentos a serem cortados.
    *Enquanto todas as lâminas passa, a dor se esconde e nada transpassa o sorriso dos lábios. As lâminas não deixam marcas.
        *Nada como entender a sensação de lâminas te cortando e rompendo tudo que vc tem, mas minhas lâminas não deixam marcas, não marcas visiveis a olho humano, a olho nú, as minhas deixam marcas que só podem ser vistas no fundo de um olhar e num mundo tão liquido e superficial quem é que mergulha tão fundo?





by: Bruna Marques 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

*Tudo que é Liquido um dia Evapora...


***Queria entender onde estou, como estou, porque estou. Queria aprender por quem sou. Queria encontrar alguém que fique. 
 *  As vezes essas incerteza cansam; esse não saber, esse não ficar é sempre legal por algum tempo, mas depois enjoa, depois cresce a vontade de algo mais, a vontade de coisas sólidas, de coisas que não passem simplesmente, coisas que não se liquefazem em alguns meses, alguns dias, algumas horas. Tudo que é liquido um dia evapora e traz a necessidade de algo palpável e seguro.
 *  Passar a vida inteira, ou parte dela, negando o sólido é até que bem divertido, mas etão vem a certeza de que todas as experiencias liquidas e superficiais foram em prol de algo a mais, algo menos alegórico, foi tudo em busca de ALGUÉM menos alegórico e, então, é tarde demais.
 *  Essa busca pelo solido é a busca por um ser humano completo, alguém que não vá, alguém que escolha ficar, alguém que te transborde de uma maneira extraordinária. 
 *  Mas, sabe, uma hora essa busca também cansa. Porque talvez essa pessoa nem exista, e dar murros em ponta de faca só um pouco. E então você percebe que essa busca é infindável, e se pergunta se esse tipo de pessoa completa, esse ser humano tão sólido, é "encontrável", você se pergunta se é possível existir alguém assim em uma sociedade tão liquida, em uma sociedade onde tudo e todos são tão alegóricos.
 *  Eu mesma, sou tão liquida para exigir alguém tão sólido, mas eu quero, quero alguém que me solidifique e tire de mim, da minha alma, esse espirito alegórico.  Um dia Mário Quintana disse: "No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você". Então eu te pergunto querido Mário: e se ninguém estiver me procurando?



by: Bruna Marques ♥

terça-feira, 29 de setembro de 2015

***Primavera... Ah, primavera.

*Todos dizem que há uma vibração especial no Ano Novo, uma nova vida, uma promessa de novidades. mas eu não concordo. Um Ano Novo, ao meu ver, não é algo novo, é apenas uma data para fazermos planos que nunca iremos nos empenhar para realizar. O Ano Novo serve para pessoas fazerem planos, prometerem mudanças que não acontcerão, é, pra mim, uma ilusão de uma vida melhor; 
*Ou eu sou muito estranha, ou talvez apenas diferente, mas eu me sinto assim apenas em uma época do ano, me sinto esperançosa e achando que finalmente as coisas podem mudar, a minha promessa de vida nova vem da Primavera. Sabe, aquele momento em que o frio vai indo aos pouco, em que o sol nasce com mais força e penetra nos pequenos poros da pele. A Primavera é o momento em que pequenos botões começão a brotar de galhos secos, folhas amarelas se tornam verdes, o céu, antes cinza vira azul. E então, só então, quando vejo a luz me envolver e a briza quente me abraçar, é que sei que as coisas podem melhorar, acredito aí num recomeço. Se flores tão delicadas podem nascer após um periodo tão frio e seco mesmo em lugares inesperados, pke minha vida não pode ser um botão de rosa vermelha? 
*Por isso enquanto o calor impera eu estou sempre sorrindo, porque a primavera, a estação das flores, sempre me lembra que mesmo em solo machucado pode nascer uma nova vida!






by: Bruna Marques ♥ 




quinta-feira, 30 de julho de 2015

*Entre a sanidade e o medo... (parte 1)

*Numa fria noite de Outubro alguns velhos amigos conversavam na porta de um cemitério de uma pacata cidadezinha do interior sobre oque fazer para passar o tempo enquanto os mais novos saiam para pedir "doces ou travessuras" de porta em porta. Então um deles, Derick, o mais covarde da turma sugeriu que jogassem verdade ou desafio, "Legal!" pensaram todos, "é a brincadeira ideal para a época de halloween". Entram no cemitério em busca de algum lugar pra sentar para começarem a brincadeira, se acomodaram em um tumulo que diziam ser do fundador da cidade, era o tumulo mais alto e de lá dava pra ver, além da pacada cidadezinha, todos os arredores e propriedades particulares da redondeza. Então começaram a brincar.
*A dupla que iria "inaugurar" a noite seria Max e Derick, sendo que o primeiro perguntaria. Derick escolheu desafio, pensando que não haveria algo de tão ruim para fazer naquela noite fria e sem graça, porém Max, sendo maldoso, olhou em todo o arredor pensando em um castiggo cruel para o amigo, avistou então uma mansão ao longe. Embora todos morassem ali há muito tempo não tinham visto aquela casa, parecia bonita e abandonada. Então Max o desafiou "Você vai precisar entrar naquela casa" e apontou o local exato "subir até o segundo andar e nos acenar" completou. Todos se animaram ao arrumarem motivo para sair um pouco e andar, menos Derick, ele estava com medo e assustado, havia ficado boquiaberto com o desafio de Max, tentou de tudo para se livrar, mas uma vez feito o desafio deveria ser cumprido. Então foram todos.
*A caminhada foi longa, pegaram uma estrada de terra que estava bem lamacenta e escorregadia por conta da chuva do dia anterior. Derick a todo momento pedia pra voltarem, mas seguiram firme em frente, pois todos (menos Derick) queriam conhecer a casa, até então desconhceida.
* Quando chegaram todos pararam, olhando maravilhados para casa, incllusive Derick, era muito bonita, e era enorme e velha, muito velha, provavelmente estaria ali há muito e muito tempo, era estranho que nunca a tivessem visto antes. as janelas estavam quebradas e a madeira estava gasta e cheia de cupins, era visivel, mas isso não a deixava menos bonita. O portão que protegia a frente da casa estava quebrado e com uma placa que "não entre" que mal dava pra ler, o jardim que um dia havia sido mnuito belo estava mal cuidado e cheio de ervas daninhas e grama alta. Sim, estava abandonada. Derick atravessou o portão lentamente enquanto todos ficaram a sua espera do lado de fora rindo e ainda maravilhados com a casa. Ele ligou a lanterna do celular pois não enxergava muito bem o chão onde pisava. Se não fosse a lua cheia e redonda estaria completamente escuro. Quando chegou na frente da casa olhou para trás, na direção dos amigos na esperança de que o chamassem de volta, mas, claro, isso não aconteceu e ele continuou avançando o mais lentamente que podia, Quando começou a subir as escadas da varanda o ranger o fez encolher, estava prestes a cair, sentia que se pisasse um centimetro em falso seria engolido pela casa. finalmente entrou pela porta.
*Quando Derick entrou se deparou com um lugar todo mobilhado, onde os móveis estavam todos cobertos com panos brancos, empoeirados e encardidos, era tudo muito bonito, antigo e assustador. Ele se perguntou, silenciosamente, há quanto tempo aquela casa estava fechada e sem ninguém para dar conta. "Talvez os donos tenham morrido" pensou, e esse pensamento o fez extremecer.
*Do lado de fora seus amigos ainda conversavam e olhava de vez em quando para a janela onde Derick deveria aparecer, a certo momento um deles, Relb, sugeriu que já estva na hora de o chamarem de volta, afinal não sabiam o que el tinha encontrado dentro da casa, podia ter criminosos ou mendigos usando-a como esconderijo, "vamos ligar e chamá-lo de volta" sugeriu, mas nenhum deles lhe deu ouvidos, estavam gostando da brincadeira. Rebecca (Becca), a namorada de Max, o desafiador, começa a ficar entediada ali do lado de fora e sugeriu outra brincadeira, "deviamos entrar na casa e assustar o Derick, ele vai ficar bvranco feito um papel." foi sua sugestão. Relb não gostou da ideia, e nenhum dos outros, nem Max concordou com isso, ele não admitia, mas tinha noção dos riscos que pdoeriam correr se entrassem todos. Beca começou a ficar desapontada com o desinteresse dos seus amigos e fez menção de entrar sozinha, então Beea, a melhor amiga de Becca e namorada de Relb, se ofereceu para ir junto, também estava entediada e esperavas que tivessem um pouco de ação naquela noite. Então foram as duas, correndo em direção a casa, sem medo algum, afinal era apenas uma brincadeira. Elas então chegaream a porta e entraram fazendo o minimo de barulho possível.






CONTINUA...



by: Beatriz Nemeth, Samuel França 
Bruna Marques